Acima de tudo, preciosas

ago 06, 2014 Comente por Public First Class

Não importa se é um colar de esmeralda, um brinco de pérola ou um anel de safira. Uma mulher sofisticada e luxuosa não só precisa de uma jóia como, em muitos casos, é apaixonada por ela. Além do desejo e do status, o uso das jóias adquire conotação sentimental. Um valor intangível. Poderíamos enumerar uma vasta lista de significados existentes em cada objeto; e o mercado das pedras e gemas sabe disso, tanto que mesmo em meio a crises financeiras, os joalheiros mantêm-se praticamente inabalados, já que esse mercado de jóias e metais preciosos é um dos mais movimentados do mundo.Só no ano passado, o Brasil exportou mais de 3,3 milhões de gemas e jóias, um crescimento de 9% com relação a 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos.

Contudo, devido ao fato das altas taxas de juros, inflação e algumas perspectivas de baixos investimentos, alguns números obtiveram uma pequena queda com o passar dos anos. Podemos citar como exemplo a queda de 13% na importação nacional de gemas e jóias, o que também representa um fortalecimento do mercado interno. Já a taxa de exportação cresceu 1% no acumulado desse ano com relação ao ano passado.

Mesmo com tal panorama a expectativa para 2014 é consistente: aumento de 20% na importação e 7% na exportação, são as projeções que especialistas esperam desse mercado. Isso se deve ao aumento do consumo masculino emergente, tanto dentro quanto fora do território nacional e por uma espera de diminuição nas altas taxas de juros que sempre serão um obstáculo para quem busca comprar e vender produtos de alta escala.

Esse otimismo com relação ao mercado interno é um reflexo do bom aproveitamento de nossa diversidade, já que o Brasil é internacionalmente conhecido pela grande ocorrência de pedras preciosas em seu solo. Além de diamantes e esmeraldas, metais como a Opala, Alexandrita, Ametista, Citrino, entre outras opções, fazem parte do extenso leque de preciosidades que agradam a qualquer dama. Também temos joalheiros e redes de joalherias que fazem a cabeça— os dedos, os pulsos — de muitas personalidades no exterior. Os mais famosos são: Guerreiro, Antonio Bernardo,Jack Vartanian, Carla Amorim, além das joalherias H. Stern e Brumani.

Alguns especialistas dizem que não existe a pedra preciosa favorita ou a mais cobiçada entre as mulheres, por se tratar de uma questão subjetiva. Porém, os mais ousados apontam o diamante, uma das pedras mais caras e valiosas do mundo, no topo da lista das jóias. E não é por menos: sua incrível dureza a torna símbolo de durabilidade, constância, eternidade e lealdade.

O homem e a joia

Não são apenas as mulheres que buscam se engrandecer com joias. O mercado masculino está em constante ascensão, em um patamar de crescimento que lembra a situação do homem na área de estética. Acabou o tempo em que anéis, brincos e colares eram produtos exclusivamente femininos. Está cada vez mais difícil encontrar alguém que não resista a uma bela e sedutora joia.

O impacto foi tão grande que o homem já encontra com mais facilidade linhas exclusivas com os mais diversos tipos de metais e equipamentos.

Há quem diga que é mais difícil escolher uma peça masculina do que para as mulheres. E diferente da mulher, o consumidor do sexo masculino compra joias como quem compra um carro: pelo design, tecnologia empregada e futuro valor de revenda.

Falando de mercado, esse ramo da indústria ajudou o país a se desenvolver e crescer em rankings de importação e exportação de joias. Nos últimos anos, houve um crescimento de 25% nesse mercado. Especialistas na área chamam esse acontecimento de “efeito David Beckham”, referindo-se ao metrossexual ex-jogador de futebol, conhecido por sua vaidade e por ter se tornado um símbolo de estética masculina. Nesse sentido, a perspectiva futuro é excelente, afinal esse adorno nunca sai de moda.

 

 

Joias

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